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Maestro é o novo empreendimento da FISA

Música e beleza inspiraram a criação das peças produzidas pela SPR Agency para o coquetel de entrega dos apartamentos do Maestro, novo empreendimento da FISA Incorporadora. Cheio de diferenciais, o condomínio de alto padrão possui apartamentos de 380m², 4 suítes e adega no subsolo.

Criamos os convites do evento, materiais de entrega para os proprietários, além de anúncio.

O Diretor da SPR, Juliano B. Hennemann, esteve presente no evento, que ocorreu no dia 4 de abril em Caxias do Sul/RS, no salão de festas do Maestro e contou com pianista como atração.

Confira algumas fotos do evento:

Produção da campanha que viaja o mundo

Nos últimos dias 3 e 4 de abril, Fábio Henckel, Diretor de Criação, Giorgia Antunes, Executiva de Contas e João Vitor Senger, Diretor de Arte da SPR Agency estiveram no Rio de Janeiro. Mas não foram para passear no calçadão de Copacabana, nem para admirar a grandeza do Cristo Redentor. Estiveram por lá, acompanhados da Roberta Ramos, Coordenadora de Comunicação da Abicalçados/Brazilian Footwear e das equipes da Santa Transmedia e da Platinum para produzir a nova campanha do Programa Brazilian Footwear.

As peças irão viajar o mundo juntamente com o Programa durante feiras e eventos internacionais promovendo o melhor do calçado brasileiro.

Para quem não sabe, o Brazilian Footwear é um Programa de Promoção às Exportações de Calçados desenvolvido pela Abicalçados em parceira com Apex-Brasil, para ampliar os destinos de exportação e estimular o crescimento e a qualificação do setor.

 

Um desafio cheio de luxo e sofisticação

Criar para um projeto único, que uniu duas marcas, uma de calçados e outra de joias na criação de sapatos exclusivos e sofisticados. Esse foi o desafio da SPR Agency diante de uma iniciativa da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) e do IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas & Metais Preciosos), com apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). A SPR Agency definiu o nome, Projeto Ápice, que indica a ousadia da ação, que testa os limites do luxo, e resultou na criação de dois sapatos, duas clutches e um bracelete.

Além da identidade visual, do slogan e dos materiais de divulgação; criamos painéis para exposição que acontece no São Paulo Fashion Week, contando a história do projeto, a biografia dos criadores e como se deu esse processo de criação conjunta. A exposição segue aberta à visitação e o lançamento oficial do projeto Ápice ocorre no dia 22 de março às 16h, na Sala SPFW.

Equipe da SPR visita loja e fábrica da Caderode

No dia 28 de fevereiro de 2013, membros do nosso time foram reconhecer os gramados da Caderode. A equipe foi muito bem recebida pelos representantes da marca, tanto na fábrica em Flores da Cunha, quanto na loja em Caxias.
Além da linha de produção, a tecnologia aplicada à montagem e todo processo na criação dos mobiliários, a loja conceitual da marca surpreendeu a todos. Como se não fosse o bastante, os membros da SPR também receberam presentes e aproveitaram um lanchinho da tarde.

A SPR agradece a equipe da Caderode por nos recepcionar tão bem na serra gaúcha.

Novas caras no elenco da SPR

A SPR vai começar o ano cheia de reforços para a temporada 2013. Os que vamos apresentar hoje vieram para a criação.

Alexandre Susin: Diretor de Arte
Aniéli Tondin: Redatora Jr
Gabriel Castro: Diretor de Arte Jr

Fizemos algumas perguntas para que você possa conhecer melhor os novos integrantes do Grupo SPR.

Te apresenta pro público de casa?
Susin:
oi, eu sou o Susin. Vocês vêm sempre aqui?
Ani: meu nome é Aniéli, eu sou redatora e já passei pela e21 e GadRed’.
Gabriel: eu sou o Gabriel, vim direto da Agência Matriz em POA, sou de cachoeirinha e agora estou nessa nova experiência que é a SPR. Sou músico, toco piano e violão. Curto video-games, tecnologia, arquitetura, arte, design…

E a Stella da SPR? Bebêsse foi?
Susin:
tô indo devagar ainda… Ainda. A BR é longa e a multa é cara.
Ani: comecei beeem devagar, mas sim, bebi.
Gabriel: agora talvez a notícia mais chocante do post: eu sou abstêmio. Mas será um prazer estar com meus colegas em um happy hour, talvez com uma lata de RedBull na mão e um sorriso no rosto.

Torcendo pra quem no BBB?
Susin:
pra mais feia. Ela pelo menos não vai precisar de dinheiro e posar pra Playboy.
Ani: para Ines Brasil, graças a Deus.
Gabriel: vou torcer para o Bial, porque eu sei que ele vai estar lá até a Grande Final, com uma frase inspiradora, ou não.

Se tivesse que escolher um personagem do cinema para interpretar, quem seria e por que?
Susin:
Juan Antonio (o pintor de Vicky Cristina Barcelona). Pegar a Penélope Cruz e a Scarlett Johansson ao mesmo tempo é um feito e tanto. Ou o Kid Bengala… Aquele cara parece se divertir.
Ani: seria Holly (Bonequinha de Luxo). A personagem se tornou um Ícone da moda.
Gabriel: Evan Treborn (papel de Ashton Kutcher em Efeito Borboleta). É um filme que realmente me atrai.

O que você queria ser quando crescesse?
Susin:
rico. Já cresci bastante e ainda não consegui.
Ani: grande, mas isso não aconteceu.
Gabriel: músico, por isso ainda pretendo manter esse hobby por um bom tempo.

Quem você considera a pessoa mais inspiradora viva?
Susin:
Qualquer pessoa é mais inspiradora viva.
Ani: Dercy Gonçalves.
Gabriel: meu pai, ele alcançou coisas que pareciam impossíveis de se alcançar.

O que faz para passar o tempo?
Susin:
Durmo… Passa tão rápido que nem percebo.
Ani: Infelizmente não preciso fazer nada, ele passa sozinho.
Gabriel: Facebook (grande parte do tempo), sair com meus amigos, passar um tempo com a namorada, olhar filmes, muitos seriados, ouvir aquele som que eu curto…

O otimismo é mais importante que a imaginação.

Einstein imaginava a si mesmo viajando em um raio de luz quando concebeu sua teoria da relatividade. Daí, sua máxima: A imaginação é mais importante que o conhecimento.

Avancei no raciocínio. Da frase, não da teoria. E me perguntei o que seria mais importante que a imaginação?

Minha questão é a seguinte: depois do fato imaginado, e suportado por conhecimento técnico, o que faz projetos com alto potencial simplesmente não acontecerem? Porque tantas e tantas vezes vemos aquilo que foi imaginado sob conhecimento sólido simplesmente ser engavetado. Ás vezes por nossos clientes. Mas, muitas e muitas vezes, por nós mesmos? Nós, os próprios imaginadores.

Por alguma razão inexplorada desistimos antes mesmo de oferecer uma chance de amadurecimento àquela ideia: “Essa ideia é boa, mas não é o momento”. E, enclausuramos a coitada numa pasta, dentro de outra pasta, dentro outra pasta…

A resignação se converte em arrependimento geralmente alguns meses depois, quando vemos aquele mesmo insight servindo a outra marca que não é nosso cliente? Geralmente, com sucesso acima do imaginado.

O que parece ter faltado nesta hora é algo simples. E, até bastante óbvio: otimismo.

Os exemplos de sucesso são desnecessários aqui. As biografias e artigos de administração estão repletos de histórias de homens obstinados que acreditaram em seus ideais guiados por uma invejável certeza: “Vai dar certo”.

É óbvio que o bom-senso deve guiar nossos passos.

Mas, ser realista não é ser o dislike da mesa. Não é levantar a mão e dizer “Olha, desculpa ser o advogado do diabo, mas…”.

É preciso entender que o papel do imaginador em todo o projeto é despir o plano de seu pretenso invólucro de certezas.

Não há certezas nos planos. Há, sim, possibilidades.

Até que se torne fato, todo plano é virtual. E toda ideia é apenas imaginação.

E somente a confiança é capaz de descortinar o véu do pessimismo.

Somente o otimista pode levantar a mão e dizer: “Este projeto não é perfeito. Mas eu vou encontrar uma solução. Deixem isso comigo”.

A questão é de energia.

Poucas moedas tem tanto valor em ambientes criativos quanto o otimismo. Esta é a energia capaz de contagiar equipes fazer com que o grupo sinta-se seguro para propor um passo em direção ao grande objetivo.

Sim, o conhecimento é importante. E mais do que ele, a imaginação.

Agora, Einstein, seja sincero. Você jamais teria chegado à sua teoria se não estivesse suficientemente empolgado com sua viagem num raio de luz. Se tivesse pensado “Essa ideia é boa, mas não é o momento…” nenhuma teoria aconteceria e você não teria mudado a história. Nem a sua, nem a do mundo.

Admita, Einstein, você foi um otimista.

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